O mês de novembro acabou, mas deixou um trauma grande na cabeça dos Pelotenses, graças as chuvas que caíram durante todo o período. Em 30 dias choveram mais de 400 milímetros cúbicos de água, um número que não era concretizado a 33 anos. Em Porto Alegre, onde a chuva teve as mesmas proporções, o temporal não chegava com tanta força há 110 anos.
E com tanta água, vieram também os prejuízos em toda a região sul. Em Caxias do Sul, foram mais de 100 casas danificadas. Em Vale do Rio Pardo, os danos geraram um prejuízo de 3 milhões para o município. A agricultura do estado foi ainda mais prejudicada com este novembro louco: 2 bilhões e meio de reais. Em Pelotas, muitas regiões foram atingidas com força. Na Guabiroba, a chuva causou uma erosão, que prejudicou o trânsito na principal rua do bairro. No fragata, a água escoou para alguns pontos mais baixos, e as ruas sem asfalto viraram lagos, impedindo a saída dos moradores de suas próprias casas. Em outras regiões periféricas da cidade muitos moradores tiveram problemas com os fortes ventos. Pelo menos 40 casas foram destelhadas.
Mas os Pelotenses não precisam ficar preocupados neste fim de ano. Conforme a especialista do instituto federal de meteorologia de Pelotas, Elizabeth Coelho, o mau tempo deve parar em Dezembro. Ela ainda explica que o determinante na formação ou não da chuva é o formato das nuvens. "O tipo de nuvem define se vai chover ou não. Analisando-as, é possível saber se a chuva será rápida, a chamada chuva de verão, ou se será uma chuva mais longa."
domingo, 6 de dezembro de 2009
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